Olá, leitores!
Cumprindo minha promessa de atualizar o blog a cada triênio, cá estamos.O blog está de cara nova. Postarei nesse espaço meus textos publicados na minha coluna no O Mensageiro, jornal em que trabalho.
De hoje em diante, iniciamos um novo trabalho por aqui. Nesse espaço, tratarei, a cada semana, de um tema ou abordagem diferente. Opiniões críticas, pensamentos, devaneios, informações... É um espaço aberto ao que mais me chamou atenção no decorrer da última semana, mês, ou das últimas duas décadas. Os textos serão publicados na íntegra, conforme saíram na edição impressa do jornal.
E se engana quem pensa que essa
tarefa é fácil. É árdua! Escrever uma coluna requer muita coragem. Sabem por
quê? Escrever pensamentos e opiniões exige coragem de exposição. Vocês poderão
notar, através de uma leitura atenciosa, o humor, sentimento e perspectiva de
mundo do colunista, o que para mim, alguém tímido e que tenta manter sua vida privada,
privada, requer muita coragem. Mas há alguns meses, ainda em outro veículo de
imprensa, eu amadurecia a ideia dessa coluna. Quero,
através desse espaço, oferecer algumas perspectivas diferentes. Talvez,
e provavelmente, sairão daqui com mais dúvidas do que respostas, afinal, tenho
só 21 anos e quem sou eu para dizer-lhes o que devem fazer? A intenção desse
espaço é justamente questionar. Questionar-me e questioná-los. Confrontar
opiniões, confrontar-me, confrontá-los.
Nessa semana, a saudade. A saudade de tempos que não voltam mais, ou de tempos que ainda nem vieram e talvez nunca cheguem. Mas seriam esses tempos vazios, não fossem as pessoas com quem nos imaginamos ou lembramos compartilhar. Dividimos sentimentos, dividimos amor, dividimos a cama, o chuveiro, as contas, as tristezas e os momentos de felicidade. Os tempos, bem na verdade, quase não importam. Importantes são as pessoas, familiares, amigos, com quem dividimos essas etapas da vida.
Semana passada, sábado, pode ser
chamado de um dia de memórias, histórias vividas, dia do aperto no peito, da
lágrima que ainda cai, do suspiro, da dor no coração. Da dor de saudade. De
saudade do passado, dos sorrisos, e sim, dos tempos que ainda nem vieram, que viriam,
mas que não mais chegarão. Dia do olhar perdido, das histórias revisitadas, do
lamento, do choro infantil, do abraço amigo, do olhar que compreende e consola.
Dia de finados? Chamo 02 de novembro de dia da saudade. Para muitos, existem 02 de novembros todos os meses do ano, quase todas as semanas. Dias de saudade. Horas que não passam, dias longos, intermináveis.


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